| Prometeram o caos, mas o PIB do Brasil lidera no G20. |
Lembramos
bem das declarações dramáticas de grandes empresários, como Luciano Hang, que
em um tom profético afirmava que o crescimento pararia e o medo tomaria conta
do mercado. Entretanto, o tempo é o senhor da razão e a realidade dos fatos
atropela essa narrativa alarmista. Hoje, o mesmo empresário que previa o caos
anuncia a expansão de sua rede, inaugurando mega-lojas e gerando centenas de
empregos, provando que o lucro fala mais alto que o discurso partidário.
Os números
oficiais do IBGE e de organismos internacionais desmontam o fantasma da
'Venezuela Tropical' com dados sólidos. Pela primeira vez desde 2015, a classe
média volta a crescer e representa mais da metade da nossa população. Isso
significa que o poder de compra está retornando para as mãos de quem realmente
movimenta a economia: o trabalhador que consome no comércio local e faz o
dinheiro circular nas cidades.
O mercado de
trabalho também apresenta um desempenho que desafia os pessimistas de plantão,
atingindo o menor índice de desemprego da série histórica. Diferente do que
pregavam as reformas anteriores, que diziam ser necessário retirar direitos
para gerar vagas, o cenário atual mostra que é possível aumentar o salário
mínimo acima da inflação e manter o registro em carteira assinalado em níveis
recordes.
No cenário
global, o Brasil retoma o protagonismo ao liderar o crescimento do PIB entre os
países do G20, superando potências como a China e a Turquia no primeiro
trimestre. Esse desempenho atrai os olhos do mundo e desmente a tese da fuga de
investimentos. O capital internacional busca estabilidade e mercado consumidor,
dois elementos que o Brasil está entregando com vigor para quem sabe observar
além das bolhas de redes sociais.
O setor
industrial, especialmente o automotivo, vive uma primavera de investimentos
bilionários com anúncios da Toyota, Volkswagen, BYD e outras gigantes. Nenhuma
multinacional aporta bilhões de dólares em um país que está prestes a quebrar.
Esses investimentos são votos de confiança no futuro da nossa economia e na
capacidade de consumo do brasileiro, algo que o discurso político de 2022
tentou esconder a todo custo.
A guerra de
versões nas mídias digitais muitas vezes cria um Brasil paralelo, onde a crise
é eterna e o desastre é iminente. O cidadão precisa estar atento para não ser
massa de manobra de narrativas que ignoram a nota fiscal no bolso e a geladeira
mais cheia. A comunicação política digital tenta substituir o fato pela
sensação, mas os indicadores econômicos são teimosos e insistem em mostrar uma
realidade bem diferente do apocalipse prometido.
A solução para não cairmos em armadilhas eleitorais é o exercício constante da comparação entre o que se fala nos palanques e o que se vê na vida real. Precisamos exigir um debate público mais honesto, focado em propostas concretas em vez de terrorismo econômico. Acompanhar os dados oficiais e observar o movimento do comércio na sua própria rua é a melhor vacina contra o medo fabricado que surge a cada nova eleição.




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